quinta-feira, 4 de agosto de 2016

Estou escrevendo.

Coisa que há anos não faço. Quando digo anos, são quase duas copas do mundo.  Fui revirar isso tudo aqui e a última coisa que se parecia com um texto era de 2009. Dois mil e nove. Sete anos. Em sete anos eu não parei para nada aqui. Não registrei mais nada. Não que eu tenha perdido todas as memórias destes anos. Muita coisa ficou e está arquivada em fotos ou em mensagens do twitter ou facebook, porém todos estes registros não ajudam em nada a reviver as verdadeiras memórias daqueles momentos. Mentira, claro que ajudam. Talvez não ajudem a perceber o quanto mudei, se houve ou não avanço em alguns pontos da minha pessoa. A melhor maneira que encontrei para mim - em outra época da vida - foi sempre ler as coisas que escrevia.  Entre os anos de 2002 e 2006 escrevia diariamente, aliás, vezes por dia. Quando comecei a escrever aqui hoje era menos de 04 horas da manhã, e agora são praticamente cinco horas (e o dia raiando) pois fui visitar antigos backups dos textos de outrora. Encontrei mensagens de pessoas queridas, variando de declarações de amor a textos motivacionais e sinceros elogios. 

Ok, grande coisa essa nostalgia. Qual o motivo de você ter aberto esse campo aqui, esse formulário para expor ideias que talvez nunca cheguem perto de ninguém?

Precisa de motivo?

Quis escrever. Quis por para fora algo que não saiu. Apenas uma reflexão sobre nossa mania de achar que sabemos ou podemos prever reações das pessoas.

Pausa. São cinco horas da manhã e as ideias estão falhando. Não vou publicar pela metade. Não vou publicar apenas as palavras acima que são nada mais que o resultado de vários tipos de frustrações, arrependimentos e saudades. Até aqui é um rascunho que ficará salvo nesse dia. 10 de julho de 2016. Antes dessa data, foi feito um texto de poucas linhas que se resumia a reclamar da vida sem nenhuma atitude em 06/11/2006. Cara, quase 10 anos. As coisas que existem aqui neste blog não posso chamar de texto porque praticamente são tweets mais extensos do que textos no sentido próprio e bíblico da palavra.

Salvando o rascunho. E boa noite. E publicando. Em agosto.

quinta-feira, 1 de janeiro de 2015

Férias e descanso.... ou não. 23 Dias, 42 cidades!

Eu desisti de planejar.

Sério.

Todas as férias planejadas incorreram em eventos que não tinha controle. Como "a maior nevasca dos últimos XX anos", alta (campeã) do dólar, transferência de cidade, etc...

Este ano o objetivo era Estados Unidos. Porém, ~n~ fatores levaram a desistência (o financeiro bateu forte por último) e decidi então fazer algumas visitas para alguns amigos. Comecei a planejar a viagem, tracei rotas, destinos e tudo pronto. Já poderia começar a aventura na estrada.

E aí novamente o destino jogou e surgiu um casamento. Alterações de rotas novamente, mudança de datas, e novo traçado. Quando de repente o Igor, vulgo Aris, informa que está livre no mês de dezembro. Começa então um planejamento novo, de forma a aproveitar o máximo as férias.

Decidi então por não começar de carro, mas visitando São Paulo (SP) nos dias 01 até 03 para passar o aniversário da minha irmã com ela. Três dias, uma cidade.

Voltando para Brasília, no dia 04 antes um pouco das 11:00 segui para Campo Grande (MS). Parei em Rio Verde (GO) e durante o caminho uma amiga de Paranaíba (MS) duvidou que eu passasse por lá para visitá-la. Começou então o primeiro improviso da viagem.

Mudei o rumo, rota, curso, o que você decidir escolher, e fui para Paranaíba. Chegando lá, pensei porque não passar em Três Lagoas, e ver meu primo também. Não cheguei em Paranaíba e pensei nisso, mas fui construindo isso no caminho. Consegui visitar as duas cidades e seguir para Campo Grande (MS), onde passei o fim de semana e pude conhecer gente nova, rever antigas amizades e ainda me divertir horrores.

Depois disso, o próximo destino seria o Paraná, mas lá pelo meio da semana se novamente não fosse surpreendido pelas mudanças de planos que acontecem sem nosso controle. Antecipei em dois dias a ida para o Paraná e parti para Francisco Beltrão (PR) na segunda-feira, com paradas em Guaíra, Marechal Rondon e Realeza Sete dias, 11 cidades.

Depois de um dia inteiro de descanso, partimos para Bento Gonçalves (RS), parando para almoçar em Passo Fundo (RS). Acabamos por entrar em Chapecó (SC) e dar uma espiada pela cidade. Em Passo Fundo comemos um ótimo churrasco e andamos pela cidade, conhecendo o centro. Seguindo em frente precisei parar em Santa Bárbara (RS), entre São Valentim do Sul e Santa Tereza. A estrada passava por um riacho pedregoso, com água transparente. Se não fosse a pressa para chegar em Bento, teria nadado nele. E acho que devia ter feito pois o horário da chegada em Bento coincidiu com um dos piores trânsitos da viagem, perdendo só para Campinas. O calor estava escaldante, e sinceramente o apetite pelo vinho miou, e preferi tomar cervejas artesanais do que chegar perto de qualquer vinho. 10 dias, 15 cidades.

A sorte virou na direção de Gramado. Depois de passar por Caxias do Sul, o tempo caiu dos 30 e muitos (quase 40ºc) para míseros 17ºc - em pleno meio dia - o que tornou o clima propício para massas, fondue e vinho. Uma parada em Nova Petrópolis na loja da Tramontina e taquei-lhe pau naquele carrinho até Gramado. O almoço foi o cardápio previamente estabelecido, e claro que essa mistura resultou em efeitos colaterais, mas ainda sim foi possível aproveitar muito bem.

Dia seguinte uma passeada por Canela - a qual achei qualquer coisa - e seguimos para Capão da Canoa. 11 dias e 19 cidades.

Em Capão pude (re)conhecer mais uma pessoa que saiu da internet e entrou no mundo das pessoas de carne e osso. Já havia feito isso anteriormente este ano, mas é bem legal conhecer a pessoa física. Depois de passar a tarde e jantar em Capão, seguimos até Criciúma (SC). O motivo foi simples: novas variáveis da viagem fizeram tomar o destino para Itapema (SC) onde um amigo e seus pais estavam passando férias. São pessoas que tenho grande consideração e segui para lá. 12 dias, 21 cidades.

Décimo-terceiro dia estávamos em Itapema, que há mais de 18 anos não sentia nem o cheiro. Fomos recebidos com churrasco gaúcho, e tivemos 3 dias de reis. Ainda fui até Floripa visitar uma amiga que não via há anos, antes de seguir para Curitiba, onde visitaríamos um casal AND iMax para ver o Hobbit. Ao sair de Curitiba, já contabilizava 17 dias e 24 cidades.

No caminho para Campinas passamos por duas metrópoles: Juquiá e Tapiraí. Juquiá se possível NUNCA VÁ. Apenas acredite nisso.

Novamente no caminho havia a cidade de Registro (SP) que já fez parte da minha história rodoviária, e desta vez não foi diferente - quase 2 horas PARADOS no trânsito. Mas com sucesso chegamos até Sorocaba, onde dei uma olhada na cidade antes de pararmos em Itu para conhecer e tomar um sorvete já que estava um calor digno de Cuiabá. 19:00 estávamos em Campinas no escritório do "Feio" vendo ele dar ralo na galera. Ainda era o 17º dia e somávamos 30 cidades entre paradas e pernoites.

Dia seguinte a meta era Petrópolis. Almoço com meu irmão, uma passada em Monte Mor, e seguimos até Itatiaia. Fomos chegar em Petrópolis bem tarde, praticamente 22:00. Apenas dormirmos para aproveitar o dia seguinte em Itaipava e Teresópolis - esta que quebrou a tela do iPod/GPS. No sábado seguimos para Niterói, em um trânsito infernal e foi quando o corpo avisou que não tinha mais energia. Dormi por 15 horas. Era o 20º dia, 35 cidades.

No 21º dia, fomos comemorar o Solstício de Verão na Mítica São Lourenço - MG, terra de São Arnaldo. Uma parada em "Porto Real" e a próxima foi em São Lourenço. Saímos de Niterói após o almoço, num calor inacreditável com um pneu furado para ajudar. Um almoço com uma amiga que foi providencial.

Em São Lourenço ainda deu para curtir a "vida noturna". Andamos pelo calçadão e no dia seguinte fomos procurar um restaurante em Montagem. Acabou que o restaurante estava fechado, atolei o carro e ainda amassei o para-lama do carro. Dia perdido de tudo. Depois de desistir de almoçar seguimos até São João del Rey para uma parada estratégica - cidade estranha, apenas para constar - e paramos novamente em Lagoa Dourada, que se intitulou a cidade do verdadeiro rocambole mineiro. Realmente, muito bom. Taquei-lhe pau no carrinho e dormimos em Belo Horizonte para jantar com a Carla, prima do Igor. Somam-se 22 dias, e 41 cidades.

23º e último dia. Depois de sair de BH, apenas uma parada em Três Marias para almoçar e dormimos em Brasília. Informo que tentei comprar queijo em Minas Gerais, deixando para comprar em Paracatu (MG) maaaas não tinha! Imagina uma cidade Mineira sem queijo??? Aconteceu.

23 dias e 42 cidades. Conheci muita gente, algumas adicionadas aos amigos do facebook, outras farão apenas parte das memórias. Vivi momentos de PURA IDIOTICE, rindo até não mais conseguir. Viajar sem destino fixo, apenas com a ideia de qual seria o rumo foi uma ótima experiência. Talvez conseguir um guia rodoviário seja muito útil para uma próxima viagem.

Claro que seguir sem rumo me fez perder algumas coisas no meio do caminho, porém guardei alguns lugares na agenda para retornar e conhecer melhor.

Mais detalhes, bem... me liga ou senta comigo no bar. Essa história fica muito melhor ao vivo ou falada :)

quinta-feira, 22 de dezembro de 2011

Chocottones

Eu hoje não sei porque comecei um bata papo no Twitter sobre chocottones. Como eu experimentei várias marcas nos últimos dias, aqui vai um resumão de cada experiência minha.


Nestlé Doce de Leite - Foi uma das mais tristes experiências. Primeiro que pela foto, já dá pra ver qual risível é o cuidado a relação realidade - marketing (se é que esse termo existe). Nem de longe a foto da caixa parece com o que vem dentro. Tampouco o sabor compensa a frustração da aparência. Se o preço ainda fosse menor que os outros ainda daria para aceitar, mas nem isso!
Village Doce de Leite - Nesse me senti menos lesado - o recheio parece muito com a foto na quantidade, mas não na cremosidade. Ainda sim, mais barato que o da Nestlé, e beeem mais gostoso.
Village Trufas - A foto condiz com a realidade, gostoso, mas as trufas não são nenhuma Cacau Show da vida; o sabor da trufa está mais para um dannete engrossado com chocolate e licor do que para uma trufa, mas ainda sim, get the job done. 
Bauducco Trufas - Espero, com esperança e fé, que o lote do qual eu comprei o chocottone esteja com problemas. Além do recheio NEM DE LONGE lembrar o que está estampado na caixa, estava massudo e bem seco. Sério, mandei pra dentro com coca-cola senão ia me desidratar na hora de engolir. 
Nutrella Chocolate de Gramado - Confesso que o chamariz "Chocolate de Gramado" me chamou a atenção pra caramba. Apesar da massa "pesada" o recheio de chocolate me surpreendeu. Adoro os pães da Nutrella, e esse chocottone além de barato é bem saboroso.
Chocottone Alpino - Depois da decepção com o Trufas e Doce de Leite esse me deu esperança nas grandes marcas. A foto da caixa e a realidade se encontraram perfeitamente: além do sabor ser ótimo. E tão grande quanto a satisfação foi o preço. Ele custa quase o dobro do Village Trufas. 

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Será que...

Ainda funciona? Está na hora de voltar a publicar aqui :)
A falta de tempo (os meses que fiquei na cozinha tomaram muito tempo, chegava em casa morto!) dos últimos tempos acabou, e agora não tenho mais desculpa...

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Amuse-bouche!

"Divertir a boca!"
Amuse-bouche em uma tradução livre, são pequenas refeições como canapés, que são compostos por 4 partes: Base, spread, recheio e decoração.
Base: é a parte que dá sustentação aos outros elementos.
Spread: é a parte que faz a ligação entre a base e o recheio. Esta camada evita que o recheio umedeça a base.
Recheio: é o elemento principal e pode ser feito à partir de muitos elementos, como ricota, maionese, cream cheese.
Decoração: é a finalização do canapé. Deve-se usar cores, formas, tudo que possa chamar a atenção dos comensais.
Num evento curto serve-se de 6 a 8, e em um longo evento até 12.

Spreads:
*manteiga de aliche: 200g de manteiga sem sal, 8 fatias de anchovas, sal a gosto, pimenta do reino branca.
*manteiga de páprica: 200g manteiga sem sal, 1 colher de sobremesa de páprica;
*manteiga de salsinha: 200g de manteiga sem sal, 3 colheres de sopa de salsinha picada, sal e pimenta do reino branca a gosto.
*manteiga de manjericão: 200g de manteiga sem sal, 2 colheres de sopa de manjericão picado, sal e pimenta do reino branca a gosto

Outubro

Com tanta coisa acontecendo, acabei nem postando durante o mês de outubro, e tampouco novembro. Pudera, estou com afazeres a mais durante os últimos 20, 30 dias mais ou menos, por assim dizer.

Durante o mês passado, aconteceu de tudo. Fui do inferno ao céu em duas semanas quase, minha irmã casou-se, comecei as aulas práticas e a comprar meu material de cozinheiro. Já tenho algumas facas, um fouet, um chinois, descascador, espátulas de silicone... Agora é produzir em casa! E boa noite, porque preciso dormir! Tento continuar minha saga de outubro amanhã!

sábado, 23 de outubro de 2010

Férias.

Isso aê. Tou de férias e não posto. Sou rebelde.

Não por preguiça, e sim graças a várias coisas acontecendo. Muitas coisas. E como não quero fazer #mimimi aqui demais, a frase "A fila anda" é a mais apropriada para o momento.

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.21

Olá pessoas! Tivemos ontem à noite uma aula prática envolvendo os conceitos de fermentação do dia anterior. Usamos fermento biológico, químico, físico e outro que me fugiu o nome hahaha (a profª Rosa vai me matar se ela ler isso um dia). Fizemos pão, bolo de cenoura, pão de ló e petti gâteau (acho que é essa é a grafia, estou postando do iPhone com certa pressa face a correria que tá hoje). Cada qual utilizou uma maneira de preparar a massa, juntar os ingredientes, de compor todo o prato. O mais legal foi algumas dicas de como ser portar na cozinha, mudanças de hábitos que vão separar o profissional do cozinheiro doméstico. É, estou começando a me maravilhar mais ainda com a cozinha.

Curso de Cozinheiro 2.20

Olá pessoal!
Hoje, quer dizer, ontem, retomamos as aulas de auxiliar de cozinha, e falamos sobre trigo. Muitos devem pensar: "Trigo!? o.O? Qualé malandro!", mas sim, existem vários tipos de trigo. Pelo menos uns 6 ontem eu conheci, com diversos fins. Cada dia que passa, percebo que a idéia de grande chef de cozinha, que é aquele que tudo sabe, tudo vê, tudo faz, é mais irreal possível. Você até pode ter uma NOÇÃO de tudo na gastronimia, mas saber, impossível. Tem muita gente na área estudando coisas que nem fazemos idéia. Gente que estuda o que acontece quando desnatura a proteína da soja e qual a estrutura cristalina formada quando submetemos o açúcar a altas temperaturas. Sim, temos químicos engajados na culinária de alto nível que desenvolvem métodos novos de proporcionar sabores e muito prazer ao saborear os alimentos. Amanhã, devemos ir para a prática na cozinha, e testar alguns métodos de fermentação utilizando trigo simples e básico para as receitas. Boa noite e a

terça-feira, 5 de outubro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.19

Aula de francês! Bonsoir!

Eu iria escrever sobre a aula de francês, mas desisti. Sabe, não sei nada hahaha.
Aprendemos sobre cumprimentos , apresentações, e três verbos. Ter, ser, estar. Acho que foram esses. Bá, deixa pra lá! Sei que tenho que fazer um trabalho sobre "la Bretagne" para daqui duas semanas!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.18

Olá pessoas! Passou todo o fim de semana, e nem falei nada da aula de sexta. Talvez porque a aula de sexta foi uma continuação da aula de quinta, onde desta vez não falamos sobre os temperos ou condimentos, mas sim sobre os alimentos em si. Frutas, verduras, legumes, e descobri que tem tanta coisa que não conheço! Vou ter que fazer muitas compras e ter paciência para achar tudo que foi falado!

E vamos para a aula de francês!

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.17 'b'

Professora explicando o que é o tal do "chutney"
Eu cuidando o "chutney"




Limpando a cozinha!

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.16 & 2.17

Temperos, condimentos e especiarias!

Conhecemos hoje quem são esses poderosos aliados na cozinha!
Diferenciamos quem são, o porque são classificados em cada categoria. Essências são aromatizantes, dão cheiro aos alimentos. Temos os condimentos salinos (sal), picantes (alho, cebola, cebolinha, mostarda..), ácidos (vinagres), especiarias (condimentos que tem mais sabor que aroma) e ervas aromáticas que ao contrário das especiarias quase não tem sabor.

O legal foi que após 3 horas de teoria, passamos para a cozinha para apurar e provar todos os temperos, condimentos e especiarias ( que haviam na cozinha, e não eram poucos!)

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.15


Nutrição! (ops, boa noite pessoas!) O terror dos gordos como eu!

Falou-se de pirâmide nutricional, da dieta mediterrânea, dieta brasileira, e o ideal de nutrição. Uma dieta bem balanceada entre fibras, carboidratos e lipídios

Discutimos separadamente de cada grupo alimentar, como lipídios, carboidratos, proteínas, sais minerais, e mais, e seus benefícios e malefícios.

E como não gosto de falar disso encerro aqui.

terça-feira, 28 de setembro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.14

Bonjour mes amis!

Diz que estou rasgando o francês. Tudo isso porque a aula de hoje foi: francês! Claro, uma leve, beeeeeeeeeeeem leve introdução ao que seria a língua francesa. Nada muito além do "Je m'appelle Rodrigo", "J'ai vingt-huit ans". Ela deu uma noção básica dos fonemas, alfabeto, mas nada que eu pudesse assimilar, além do "Je ne parle pas français". O bom é que eu já vou criando gosto pela língua que provável será objeto de estudo em breve, com o meu objetivo de ir para o Canadá.

domingo, 26 de setembro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.13

Boa tarde pessoas! Após prova da OAB, venho fazer o relato da aula de sexta!

Descobri que tem uma galera por trás de um cozinha. Claro, eu sempre soube que tinha muita gente numa cozinha, mas o ponto que teria vários especialistas dentro de uma cozinha - como chamam no meio: brigada - que realizam tarefas muitos específicas. E não é uma divisão entre quentes, frios e doces (a qual existe), vai muito além disso. Quase uma hierarquia militar. Digo isso pela quantidade de nomes e o tipo, que são todos em francês. Ou pelo menos, aparentam, tanto pela grafia quanto pela pronúncia. Gostei dessa diversidade, porque é bem capaz d'eu me interessar por algo ainda mais específico, não tendo que fazer algo que eu ODEIO que é a apresentação de pratos. Mas isso é/será outro post!

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

Curso de Cozinheiro 2.12

Olá pessoas!

Hoje voltamos com a aula sobre layout de cozinhas, e amarrando com a aula de manipulação de alimentos, recebemos um esquema de cozinha, onde devíamos analisá-lo e identificar focos de contaminação cruzada e sugerir algumas mudanças na cozinha. O esquema que recebemos é um padrão que segundo a professora é muito utilizado, e que mesmo a vigilância sanitária aprovaria-o contendo as falhas que identificamos, porque de certa forma, não chegam a ser falhas, mas com algumas modificações ele tornaria-se excelente.

Dividiu-se a cozinha em 4 setores:
1) Recepção de alimentos; Pré-Higienização; Estocagem e Administração: cerca de 20% da área total do restaurante;

2) Cozinha: sala de nutrição, setor de cocção, pré-preparo, higienização de utensílios e depósito de lixo - cerca de 30% da área total;

3) Setor de refeitório: hall de entrada, salão de mesas, sanitários de usuários - cerca de 40% da área total;

4) Setores complementares: caixa, área de expedição, área de circulação - em torno de 10% da área total.

Depois, começamos a estudar a brigada da cozinha, mas não finalizamos o assunto, então deixo-o para amanhã. Mesmo porque estou (estava melhor dizendo) acompanhando a votação da ficha limpa, e, enfim, vocês já devem saber o resultado né?

quinta-feira, 23 de setembro de 2010

Nível Cícero de Tecnologia

Outro dia, quer dizer, deixa para lá, o tempo não importa. Vieram me pedir auxílio em uma tecnologia. Eu achei estranho, porque a pessoa é uma usuária de tecnologia, e de nível médio a avançado, e o objeto de uso que a pessoa encontrou dificuldade, um amigo meu, o Cícero, usa com facilidade. Aí foi quando entrei em parafuso, pois tenho o Cícero como referência nessas coisas. Aí te digo porque...

Antigamente, era um EVENTO, mas um EVENTO ele responder um e-mail para a lista. Ele escrever "nomedalista@yahoogrupos.com" invés de "joao@uol.com.br" não fazia muito sentido, ainda mais porque ele recebia o e-mail do "joao@uol.com.br" e quando clicava no responder ia para o "nomedalista@yahoogrupos.com". Que coisa do demônio era isso?

Com o passar do tempo, vimos ele instalar jogos, usar o Skype, criar CONFERÊNCIAS no Skype para jogar os jogos...o cara foi evoluindo. E até faz coisas sozinha que eu achava que não era possível que ele conseguisse.

Aí me vem um amigo meu, que eu sei que é totalmente capaz de usar um gadget, site, interface, enfim, qualquer coisa, que até o Cícero consegue, manolo, ou tu tá com MUITA PREGUIÇA, ou tu tá emburrecendo. E geralmente, é preguiça. Até de ler as instruções na tela.

E aí esse sou eu, sendo considerado um estúpido/grosso porque eu simplesmente mando um "não" para as pessoas que pedem ajuda. E aí a pessoa tem a audácia de dizer que não consegue, aí eu mando um coice: "cara, até meu amigo Cícero consegue usar isso, se você não consegue, não merece ter isso aí..."

Devo estar ficando muito velho e reclamão.

Vida de Ciclista

Boa noite colegas!
Enfim, eu comecei com o título falando de ciclista, mas na verdade estou pensando mais nos cadeirantes. Vou dar uma volta, mas tenho um ponto.

Antes de falar disso, vou narrar algo que vi na hora do almoço, enquanto esperava a Carol. Tinha um cadeirante no centro, usando uma cadeira motorizada (não cadeira elétrica, como já escutei por aí). Das duas a uma: ou o cara tava de saco cheio de todo mundo olhar para ele, e ele resolveu escrotizar a galera, ou o cara é um sem educação foda. O cara não estava coçando o saco, o cara tava praticamente realizando os movimentos do Michael Jackson. Muito bizarro. O cara com a mão no saco, mas dum jeito que parecia que arrancar fora, mas enfim...

Agora de noite, quando voltava do curso do SENAC, andava por uma rua, e estava pedalando (errado) na calçada, que tinha as rampas para cadeirantes e afins...porém era TÃO, mas TÃO IRREGULAR a calçada para mim que estava de bicicleta, que fiquei pensando: como que seria para um cadeirante adar ali. Aqueles (poucos) que possuem cadeira motorizada (não elétrica, porque essa mata as pessoas, ok?) devem andar bem tranquilos...mas e quem tem que empurrar as próprias rodas? Deve ser HORRÍVEL andar por ali. E é uma região beeem movimentada. Muito triste isso. Mas né, como sou um fraco, em vez de reclamar para quem de direito é o problema, discorro aqui, e preparo minha trouxa para sair do país.

Curso de Cozinheiro 2.11

Terceira e última parte da aula de higienização e manipulação de alimentos

- Resolução RDC 216/2004 (não li, mas ela disse que é muito importante, então tá aqui o nome dela porque vou precisar no futuro)
Hoje a Helô (o íntimo da prof) disse para gente o que não pode numa cozinha:
- uso de sabonete em barra para lavagem das mãos;
- uso de escovas comunitárias para limpar as mãos(
- uso de toalha de pano para secagem de mãos;
- esmalte, unhas e cílios postiços;
- maquiagens, perfumes, desodorante perfumados;
- brincos, relógios, pulseiras, anéis e colares.
- barbas e bigodes;
- cantar, assobiar, falar e espirrar NA PRODUÇÃO. Por favor né?
- comer balas, mascar chicletes e afins;
- Experimentar a produção com as mãos;
- manipular dinheiro e os alimentos;
- FUMAR.

Ela também falou da saúde e Higiene dos MANIPULADORES:

Nós, que vamos trabalhar com cozinha precisamos ter cuidado com nossa própria higiene também. Porque né...

Desde higiene bucal até o BANHO tem que ser observado. Cuidado com as roupas e com os armários onde guarda-se o uniforme e EPIs. Tudo isso pode influenciar na produção. Inclusive na saúde do manipulador, que caso esteja doente, não deve(ria) trabalhar na manipulação dos alimentos.

Higiene do Ambiente
Deve ser feita a limpeza (água e sabão) em conjunto com sanitização (desinfecção) do ambiente.
Sempre guardar todos os equipamentos e produtos de limpeza.

As etapas da higienização numa cozinha são:
- limpeza com água e sabão;
- enxágüe;
- desinfecção química;
- enxágüe obrigatório das superfícies que entram em contato com os alimentos;
- retirar o excesso de água;
- secar naturalmente (preferencialmente)

E claro: começando de cima pra baixo! E por favor galera: não misture os produtos de limpeza, você pode criar uma bomba!

Temos várias boas práticas a serem aplicadas na cozinha, como não usar escova de aço em vasilhames plásticos, né gente? Vamos combinar que tem ser muito mané para fazer isso.

A professora deu dicas também, aliás, toques, de como receber os alimentos, e quais procedimentos que devemos tomar para receber nossos insumos.

Também devemos observar como é feito o transporte dos alimentos. Não deve-se carregar os alimentos com outros produtos que possam a vir contaminá-los (seja apenas no sabor, não envolvendo nenhum risco a saúde, mas um pão com cheiro de peixe pode não agradar algumas pessoas). É preciso que prestemos atenção se a temperatura do transporte está correta, o modo de empilhar, enfim, vários detalhes que provável que tenha escrito no produto.

O armazenamento também é importante. Após recebido e devidamente higienizado, devemos separar os produtos que vão ser resfriados dos demais. Os que são de armazenamento fora de refrigeração, em temperatura ambiente, sempre em local seco e fresco. Os refrigerados devem seguir para as geladeiras ou câmaras de congelamento.

Na distribuição do alimento, é preciso cuidar da temperatura tanto dos quentes quanto dos alimentos frio. O ideal é sempre em torno de 74º para os quentes, que permite que ele fique por cerca de 12 horas antes de ser considerado impróprio para o consumo, e os frios abaixo de 10º, onde podem ficar por até 4 horas.

Outro item que a professora julgou importante foi o cuidado com a água - e o gelo também, claro - sempre observando como está nossa caixa d'água, sua limpeza e conservação conforme normas reguladoras, ou quando antes do prazo, se julgarmos necessário. JAMAIS usar o gelo de conservação para o consumo, pois o gelo feito de água não potável pode causar sérios problemas à saúde.

A professora também comentou sobre o controle de pragas e vetores, coisas que já estamos acostumados no nosso dia a dia. Acho improvável que qualquer um não tenha alguma noção de boas práticas nesse sentido.

E finalizando a aula, a profª falou da análise laboratorial, que pode ser biológica, físico-química (a que provê a tabela nutricional), microscópica e a sensorial - que é feita através dos sentidos - geralmente, um especialista na área.